15 de dez de 2012

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Perdidos

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Somos almas perdidas
Presas a velhas lembranças
Incapazes de curar as feridas
Incapazes de aceitar as mudanças
 
Estamos correndo em círculos
A procura do que não podemos encontrar
Meu corpo sofre por erros antigos                                   
Sofremos por não poder amar   

Lágrimas preenchem o vazio                                                       
Pois nunca sei quando irás voltar
Corremos sempre pelo mesmo caminho
Quando medos antigos vêm nos atormentar

Lutamos pela fragrante tepidez sonora
E de tão pródigo nosso amor se fez coitado
Batalhamos para viver o agora
Enquanto erguia um grito demasiado

No túmulo onde nosso amor jaz
Desejei os beijos que em lágrimas me jurastes
Mas com teu silêncio quebrastes minha tão sonhada paz
E em segredo com um olhar  me mortificastes

 Liberte os a quem odeia
Feche os olhos e sinta meus lábios tocarem os seus
Sinta meu corpo ardente
Sinta os olhos meus...



Uma boa música para acompanhar a leitura...



7 comentários:

  1. Estamos correndo em círculos
    A procura do que não podemos encontrar
    Meu corpo sofre por erros antigos
    Sofremos por não poder amar

    amei esse trecho, seu poema é bem profundo. Amei, parabens!

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  2. Em sintonia com a Gleyce, também amei esse trecho, realmente corremos em círculos em busca daquilo que não podemos encontrar, e isso acaba nos impedindo de amar...

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    1. A poesia está aqui exatamente para descrever o sentimentos mais profundos da nossa alma...

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  3. Perdidos de amar, perdidos de esperar, e na sensibilidade dos versos, adivinha o leitor a pungência do sentir.
    A perfeição dos versos toca profundamente!
    Delicioso, Daiane!

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    1. Obrigada Dulce!! Eu estva sentindo sua falta! Saiba que suas opiniões são sempre importantes para mim!! Abraços... ♥

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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