10 de abr de 2013

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Mentias

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Onde estão seus braços
Que nas tuas juras me acolheriam
Teu colo a consolar meu pesar
Ou o som da voz que meu pranto acalmaria
Por onde vagueias, junto a seus lábios
Quando eu sorrio a vinda de um novo dia
Onde estas todas as manhãs quando abro
De alma acesa, os olhos que aplaudias?

Por onde andas que minha voz não alcança
Que suas promessas não se cumprem
Que mesmo o tempo não é forte para apagar
Nem a vida para trazê-lo de volta.

Até o mais puro símbolo quebrou-se
Foi-se o amor e do que dele esperei
Deixou de ser aliança, negou-se
Ficaram as palavras, as juras que não realizei
Hora alguma disse-me que mentias
E que todo seu amor era vazio
Sabendo que pra sempre me tinhas
Perdeu-me negando-me o carinho


11 comentários:

  1. Tão triste, Nayane!
    Mas tão belo!
    Se posso ler a acusação nos versos, leio sobretudo a mágoa.
    Parabéns pela sensibilidade!

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    1. Fico feliz em saber que compreendes o que tento escrever!!!
      Obrigada!!!

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  2. Caraca, quanta tristeza. Acho que pior do que não amar de fato é fingir que esse amor existe. Super curti o texto! o/

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    1. Realmente Mariana!!!! E como doi!! O bom é que sempre voltamos a sorrir!!!

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    1. Obrigada Antonio!!! Feliz sempre com sua visita!!! Obrigada mesmo!!!

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  4. Chegando. Conhecendo e ficando. Voltarei sempre que o tempo permitir...
    Grande abraço

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    1. Obrigada Malu!! Espero que goste do nosso espacinho!!!!

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  5. Olá Nayane, parabéns pelo seu Blog. Muito bonito, bem estruturado e muito sentido. A beleza e sabedoria do poeta não está nos sentimentos que sugerem suas palavras, mas sim colocar em palavras os seus sentimentos. Gostei muito! e voltarei. Meu abraço. Nielsen

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