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13 de dez. de 2012

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Lábios Venenosos

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Uma jovem de pose
Tinha amor retido.
A inocência não pode
Corromper seu sentido

Caminhar fazia-lhe bem
Mesmo que em pequenos passos.
Neste caminho não contém
Ardilosos enganos falsos.

Protegia seu frágil coração.
O desconhecido também é perigoso,
Um desvario sem noção
Seria intenso, mas doloroso.

Numa noite encontrou uns lábios
Não mais pode esquecê-los,
Em seus raciocínios sábios
Somente um quebraria os selos.

O fôlego deu lugar as lembranças
A boca se molha sozinha
Em sonho vinha a cobrança
Em sua cama não se continha

Sua vida não foi mais igual
Euforia tomou conta do ser
O que teria de tão especial
O homem que a fez tremer?

Lembranças de olhares furtivos
Seus anseios estavam nervosos
Apesar de serem convidativos
Seus lábios também eram venenosos

Ouvindo a mentira existente
Seus olhos choravam de dor
Ele estava porém ausente
Enquanto doava todo meu amor.


29 de nov. de 2012

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Insana

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Como posso livrar-me do passado?
Como posso viver num mundo
Onde o que sonhei está completamente arruinado?

Como curar as feridas que há muito
Deixaram marcas em meu coração?
Como posso sorrir
Quando vivo completamente na solidão?

Vejo flores mortas na janela
Vejo nublado o céu que pra muitos está ensolarado       
O canto dos pássaros ficou tão triste
 E nada faz sentido se você nao existe
Já desejei morrer, já desejei desaparecer
Hoje meu maior desejo é poder te esquecer

Enlouquecer não é mais opção
Para quem um dia se arriscou a amar
Fui tola ao acreditar que minha alma gêmea
Viria me resgatar
Fui guiada por ilusões e mentiras
Que os desvaneios da minha mente me levaram a acreditar

 Hoje estou perdida num mundo ensano
E nao quero me encontrar...






20 de nov. de 2012

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Partida I

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Dominada pela euforia
Tinha planos que pretendia
Deixar, caso não se importaria;
Ser forte eu não saberia.

Ceder a desejos insanos
Fingir que não estava nos planos
Entregar-me a amores mundanos
Mesmo causando sérios danos

Viver com regras contadas
Desfrutar da temporária companhia
Distanciar da realidade montada
Ciente de que longe não iria...

9 de nov. de 2012

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Prêmio Dardos

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O Palavras Jogadas ao Vento recebeu o Prêmio Dardos!!

O premio foi oferecido por:

Dulce Morais do  Crazy 40 Blog.



O premio Dardos foi criado pelo escritor espanhol Alberto Zambade em 2008.



 

Segundo seu criador, o premio Dardo destina-se a “reconhecer os valores demonstrados por cada blogueiro diariamente durante seu empenho na transmissão de valores culturais, éticos, literários, pessoais e etc., demonstrando, em suma, a sua criatividade por meio do seu pensamento vivo que permanece inato entre suas palavras”. As regras do premio estabelecem que os indicados poderão exibir no seu blog/site o selo do premio e deverão indicar outros blogs ou sites que preencham os requisitos acima para receberem o premio.
Agradecemos a Dulce pelo carinho ao escolher este cantinho para tal distinção. Nós nos sentimos lisonjeadas por receber este premio. Saiba que você é muito especial... Sempre que escrevemos algo pensamos se você irá gostar! Ter sua participação no nosso blog é uma grande honra!

Obrigada amiga por nos achar merecedoras de tal premio...
 

 
Apesar de ser tão difícil escolher, vamos mencionar os Blogs a quem o oferecemos:





Ao Blog   Literattus 

Ao Blog Corações de Neve 
Ao Blog Voar na Poesia
Ao Blog Essência♥  
Ao Blog Sibilinos 
Um beijos a todos!!!
  

29 de out. de 2012

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Abandono

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Não se pode ter a vida
Sem a certeza de ter a morte
Não posso ter um amor
Se não laçada na própria sorte

Duplicidade de sentimentos
Amar a dois trazer a vida
Dúvidas eternos tormentos
Elevar a tristeza sentida

Não pode haver felicidade
Se for imposta a condição,
Será de espontânea vontade
A escolha traçada em vão

Um coração tão pequeno
Cabe dentro tanto amor,
Decido aqui ao sereno
Ter você mesmo que em dor

Eu posso ver o caminho
Deixei aquele que me amava,
Não sabia que sozinho
O restante eu caminhava

Habilidosos enganos sábios
Um detalhe teria então
Deleito-me em teus lábios
Mas não moro em seu coração...



23 de out. de 2012

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Meu Ego

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Muitos me amaram
Muitos sofreram
Brinquei com corações que não devia
Jurei amor por cortesia
Fiz sofrer com maestria
Muitos sangraram para que meu ego se elevasse
Muitos choraram sem que eu me importasse
Entre tantos, apenas um pôde se vingar
Entre tantos, apenas um conseguiu me conquistar
Amei de coração
Entreguei-me na emoção
E no final da canção
Jogaste-me na solidão
Paguei por todos os males que causei
Perdi a guerra, lutei e sangrei
Agora queria apenas uma chance
 Para alcançar a redenção
Queria apenas que pudesses me perdoar
Queria sair da escuridão
Queria que pudesses me amar
Mas apesar dos meus desejos
Tenho apenas um pedido a lhe fazer
E que o consideres com calma
Salve-me do vazio
Cure minha alma