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4 de set. de 2012

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Era realmente Amor?

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Preciso dizer o que sinto
Mas muitas coisas não consigo dizer
Sei que poderia mentir
Mas quando olho em seus olhos
Não consigo negar
Tudo parece tão simples
Pois eu vejo meu futuro no seu olhar...

Nossos caminhos são sinuosos
As luzes que nos guiam estão a me cegar
Tenho tanto a dizer, tanto a lhe contar
Mas prefiro ficar sozinha, prefiro me calar...

O que vivemos ficará guardado
Para sempre no meu coração
Mas uma dúvida é a causa do meu tormento
Se o que tínhamos era realmente amor
Porque me lembro apenas do sofrimento?



Daiane Duarte




2 de set. de 2012

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Adeus

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Não entendo o adeus
Mas estava em seus olhos
Não sou sensata
Não sei se posso ser
Mas sei o que há em mim
E isso não posso deixar morrer...

Talvez sejamos mais iguais do que imaginamos

Pois guardamos dentro de nós a dor
Sabemos que existe uma luz
Que ainda brilha claramente
Até mesmo na noite mais escura
Quando não há ninguém...

Procurei pelo universo

E o encontrei no seu olhar
Não importa o quanto eu tente
Vão sempre dizer que é mentira
Então qual é a utilidade das confissões
E das paixões que não vão morrer no coração?
Desisti do orgulho
E nunca vou dizer adeus...

Daiane Duarte

30 de ago. de 2012

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Sua vida é controlada pelo Destino?

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Certa manhã, um vendedor correu para chegar a tempo de embarcar no avião, mas estava atrasado e perdeu o voo. Mais tarde naquela manha, ele ouviu a noticia:
O avião havia caído. Todos abordo morreram.

Às vezes, ouvimos relatos de pessoas que escaparam por um triz de um acidente fatal. As pessoas costumam dizer: “Não era a hora de ele morrer.” Quando alguém morre, dizem: “Chegou a hora dele.” Alguns acreditam que o destino de uma pessoa já está traçado desde o nascimento. Outros acham que as más ações de uma vida anterior são punidas nesta vida e que boas ações praticadas agora serão recompensadas numa vida futura. Pessoas que acreditam no destino acham que, se praticarem o bem e cumprirem certos rituais religiosos, poderão alterar seu destino.  Será que essas ideias fazem sentido?
Se o destino de uma pessoa é governado por uma lei que julga as ações da pessoa, então quem estabelece e executa essa lei?
Será que o sofrimento nesta vida é o resultado de más ações praticadas numa vida anterior? Se alguém cometeu um pecado em sua suposta vida anterior, mas não sabe nada a respeito disso, como essa pessoa pode corrigir o problema? Se ela não sabe por que está sofrendo, como o sofrimento a tornará uma pessoa melhor? Será que isso é justo?

 O que vocês acham respeito disso? Joguem suas palavras ao vento e dividam suas opiniões conosco...



Daiane Duarte & Gleyce Kelly
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Resenha de Crime e Castigo

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A história de “Crime e Castigo” é protagonizada por Rodiôn Românovictch Raskólnikov, um estudante universitário de São Petersburgo, Rússia. O rapaz abandona os estudos por não ter condições de sustentar-se, e logo se vê prestes a perder sua moradia, por falta de pagamento do aluguel. Raskólnikov, então, decide matar a agiota da cidade, a fim de roubar seus pertences. O livro prossegue com o sentimento de culpa arrastado por Raskólnikov, sua conturbada relação com a família e amigos e os tensos diálogos na polícia. A leitura de “Crime e Castigo” transmite sensações de consternação pelo ambiente vivido pelo jovem ex-universitario, surpresa pela sua motivação criminal e repulsa pelo temperamento torpe e doentio de alguns personagens. A maior parte da obra é dedicada ao castigo de Raskólnikov, o qual é aplicado lentamente através de seus medos, ânsias e devaneios.
A essência do livro é uma metáfora do lado vil e conflituoso da mente humana. Dostoievski narrou a saga de Raskólnikov majoritariamente por um ângulo pessimista, em que o sofrimento do personagem é constantemente enfatizado. Ler “Crime e Castigo” é uma maravilhosa depressão, um saboroso sofrimento e uma excelente aflição. A narrativa é ligeiramente eufemista, poupando o leitor de termos vulgares. Os diálogos são rebuscados e contribuem com a nebulosa atmosfera da obra. Um dos maiores romances da literatura Russa, “Crime e Castigo”, de Fiódor  Mikhailovich Dostoievski(1821-1881) é na minha opinião obrigatório para todo amante de criticas sociais.



Recomendo a todos os meus amigos...

Daiane Duarte
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Amar

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Amar é da sequência sem medir as consequências,
Amar é ver beleza onde ninguém vê,
Amar é desejar quem talvez nem vá te querer.
Amar é ter saudade do que ainda não aconteceu,
Amar é perceber que foi você que se perdeu.
Amar é sofrer em silêncio,
Amar é não exigir nada em troca,
Amar é se prender por vontade própria, pelo mínimo ato daquele que o toca
Amar é estar perdido,
Amar é não querer se encontrar,
Amar é conseguir desvendar um mistério com um simples olhar.
Amar é ser invisível,
Amar é saber quando aparecer,
Amar é nunca ter razão,
Amar é tentar tirar da cabeça, quem habita o coração...



Daiane Duarte
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Sinopse de Sempre Vai Haver Uma canção

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Sinopse:


   Desde criança Diana aprendeu a não acreditar no amor, ela foi criada num lar que a fez acreditar que não valia apena se apaixonar já que o amor não existia.
   Diana criou seu próprio mundo no qual acredita que existe uma música para cada momento na vida e ela passa seu tempo criando essas combinações.
  Apesar de ter Jessica como sua melhor amiga é a música sua melhor companhia e é por meio dela que tenta superar seus conflitos numa fase em que ela conhece alguém que será capaz de mudar seus conceitos sobre o amor e ao mesmo tempo colocar em risco sua relação com seus pais e com sua melhor amiga. E em meio a tantos conflitos ela terá que definir suas prioridades.
   SEMPRE VAI HAVER UMA CANÇÃO é tão envolvente que podemos ser transportados para dentro da história e nos perder nos transtornos de uma mente cercada por belas canções...
 

Você poderá encontrar SEMPRE VAI HAVER UMA CANÇÃO nas livrarias Leitura do BH shopping e do Via Shopping Barreiro ou no site www.biblioteca24horas.com

26 de ago. de 2012

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Sozinho

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Sozinhos chegamos e sozinhos partimos

Quem é você para saber como me sinto?
Quando foi você que me deixou sangrar
E esse sentimento tem me tirado a razão
Se você ao menos soubesse o que se passa aqui dentro
Saberia que é tudo ilusão.

Sofro em silêncio
Buscando por um amor
Um amor que me deixaria sangrar até o fim
Um amor que não é perfeito
Mas que faz parte de mim...

Então apenas sinta
Deixe a dor te guiar
Talvez minha ferida se cure
E eu possa te perdoar...





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Imperdoáveis

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Perco-me no tempo
Com um simples brilho do seu olhar
E continuo a me perder
Por lembranças que não irão voltar

A culpa me consome por tanto tempo
Que não posso mais aguentar
Sou imperfeita, sou errante
Não consigo evitar

Quando as sombras da noite caírem
E as estrelas surgirem no céu
Permita-me surgir em sua mente
E então ouça minha voz, ouça-me somente...

E saiba que mesmo se o sol escurecer
Mesmo se todo mar secar
Eu não posso lhe pedir perdão
Quando sou eu que não consigo me perdoar...



Daiane Duarte